Há
quem diga que a pimenta é afrodisíaca e que tira “mau-olhado”, mas entre
adoradores e críticos fervorosos muitos não sabem a verdadeira qualidade dessa
maravilha.
Historiadores
datam que o consumo da pimenta vem desde 9 mil anos atrás, rotas de navegações
entre 1492 e 1600 fez com que a pimenta viajasse por todo mundo. De 1500 para
2000 a pimenta passa a ser consumida por povos de todas as origens e de lá pra
cá o número de apreciadores cresce ainda mais.
No
Brasil o consumo de pimenta começou com as tribos indígenas, e continuam a
consumir até hoje, exemplo dos índios mundurucus, da bacia do rio Tapajós.
Quase todas as regiões brasileiras produzem pimenta, em especial a Bahia,
Ceará, Minas Gerais, Goiás, São Paulo e Rio Grande do sul. Mas em todo o mundo
os maiores consumidores de pimenta são os Tailandeses e Coreanos, isso mesmo
não são os Mexicanos, eles consomem 8g por dia, e haja pimenta!
Em
questões de saúde a pimenta é um alimento funcional, matéria-prima para
remédios que aliviam dores musculares, reumatismo, desordens gastrointestinais
e na prevenção de arteriosclerose. Segundo o Médico Homeopata, Marcio Bontempo,
autor do livro “Pimenta e seus benefícios a saúde”, a pimenta possui vitamina
A, E e C, ácido fólico, Zinco, potássio, antioxidantes, protetores do DNA
celular, bioflavonóides (pigmentos vegetais que previnem o câncer, como de
próstata), boa para a baixa imunidade, depressão, enxaqueca, esquistossomose,
cura feridas abertas, gripes, resfriados, hemorroidas, infecção, males do
coração, obesidade, pressão alta, reumatismo, artrite e artrose, nossa fiquei
sem folego...
Caros
leitores confesso que não sou muito fã de pimenta, mas depois que comecei a fazer
faculdade de Gastronomia comecei a provar tudo que eu não conhecia e não
gostava, e uma delas foi a pimenta, e agora consigo muito bem comer pimenta de
uma forma que não desagrade o paladar.
O
meu conselho é que comece aos poucos, e depois você vai estar comendo pimenta
em tudo.
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